quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Nada me prende,aqui!



Meus olhos refletem minha ansiedade
Não consigo parar de observar o quanto
Os olhos dele brilham
O quanto ele ilumina o ambiente
Mesmo existindo um abismo entre nós
Ainda assim não consigo deixar de buscar
Uma oportunidade de me aproximar
E constatar que sempre procurei
Por alguém como ele.
E no meio da tempestade
Eis que surge uma luz
A lucidez acendeu
Com o claridão a única alternativa foi
Despedir-se de vez do interminável vínculo
O ódio fez perceber que nunca deveria ter mantido-o vivo
Mesmo que em pensamentos ou palavras mal ditas
O que se termina deve ficar para trás
E quando ele tentar retomar, feche o baú e não o deixe ser aberto novamente
O desfecho final será a liberdade para pensar que ele existiu
Mas que não passará de lembranças mais.